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	<title>Dharma Sessions &#8211; DHARMA STUDIOS || Official Website</title>
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	<description>Dharma Studios was conceived and founded by the music producer and drummer Rodrigo Oliveira, in 2007.  Since then, great music names of rock, hardcore and metal from Brazil have been to Dharma Studios, such as Dr. Sin, Korzus, Worst, Kiko Zambianchi, Dinho Ouro Preto (Capital Initial), Clemente Nascimento (Innocents), Armored Dawn, Andreas Kisser (Sepultura), Felipe Andreoli (Angra), and many others.  In the rooms of Dharma Studios, hundreds of songs that marked the Latin market have already been produced. Major producers such as Heros Trench, KatoKhandwala, Bruno Agra, Paulo Anhaia and Dennis Ward, usually use the                     technological apparatus of Dharma Studios for some of their productions.  It is considered one of the best equipped studios of the segment in the largest city in Latin America, with brands such as Solid State Logic, Antelope, Neumann, Neve, API, Pultec, Universal Audio, TC Electronics, Telefunken, Manley, etc., and it is a       reference in quality, and in the development of personalized projects, in-person and remote productions.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 04 Jan 2026 07:51:54 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Dead Fish revisita 30 anos de história no Dharma Sessions.</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Dec 2025 07:35:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dharma Sessions]]></category>
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					<description><![CDATA[Rodrigo Lima aborda as origens e a trajetória internacional do ícone do hardcore brasileiro No episódio mais recente do Dharma Sessions, apresentado por Gastão Moreira, o Dead Fish foi destaque em uma conversa que explorou as três décadas de história da banda e a relevância do hardcore nacional no cenário internacional. Rodrigo Lima, vocalista e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo Lima aborda as origens e a trajetória internacional do ícone do hardcore brasileiro</p>
<p>No episódio mais recente do Dharma Sessions, apresentado por Gastão Moreira, o Dead Fish foi destaque em uma conversa que explorou as três décadas de história da banda e a relevância do hardcore nacional no cenário internacional. Rodrigo Lima, vocalista e único integrante da formação original, trouxe um relato repleto de momentos marcantes, desde o início nos anos 1990 até os dias atuais. Durante o programa, a banda apresentou clássicos como Dentes Amarelos, Tupamaru e Avenida Maruípe, além de compartilhar detalhes sobre a turnê do álbum Labirinto da Memória, lançado em 2024. Para Rodrigo, a longevidade do Dead Fish reflete o compromisso com um discurso crítico e a conexão com o público: “Nunca imaginamos que teríamos a banda por mais de 30 anos, mas aqui estamos, vivendo da música e dos palcos”.</p>
<p>Rodrigo relembrou as primeiras produções da banda, que, antes de assumir o nome Dead Fish, começou sua trajetória em 1991 como Stage Dive. As demos iniciais, como Re Progresso, traziam músicas em inglês, pois o objetivo era alcançar o mercado externo. No entanto, essa estratégia logo mudou: “Ouvia muito Cólera e Ratos de Porão, e percebi que fazia mais sentido cantar em português”. Essa transição destacou o Dead Fish na cena nacional, aproximando suas letras de temas locais e inquietações do público brasileiro.</p>
<p>Ainda assim, o público internacional sempre esteve no radar da banda. Rodrigo comentou como, durante as turnês pela Europa e Argentina, os fãs demonstram admiração pelo teor político das letras: “Lá fora, todos sabem que temos um discurso e, por isso, nos perguntam o que queremos dizer com nossas músicas”. Ele também mencionou a relação especial com outras bandas latino-americanas, como o Eterna Inocência, que lançou uma versão em espanhol de Contra-Todos, enquanto o Dead Fish retribuiu com uma versão em português de Encontro Meu Descanso Aqui. Segundo Rodrigo, “sempre foi um sonho cantar em castelhano”.</p>
<p>Com uma formação que une músicos de diferentes estados do Brasil, o Dead Fish hoje é integrado por Rodrigo Lima (vocal), Ricardo Mastria (guitarra), Igor Tsurumaki (baixo) e Marco Antonio Melloni (bateria). Rodrigo destacou que, após anos de mudanças na composição do grupo, os shows ao vivo se tornaram a principal fonte de sustentabilidade da banda. “Hoje nos mantemos com os palcos, e o público é o que nos mantém vivos”, afirmou, reforçando a relação de proximidade que sempre caracterizou o Dead Fish.</p>
<p>O álbum Labirinto da Memória, lançado em 2024, sintetiza a trajetória da banda e celebra suas raízes no hardcore brasileiro. Rodrigo explicou que o disco explora temas pessoais e sociais que marcaram os 30 anos de estrada, reafirmando o papel do Dead Fish como porta-voz de uma geração. Entre as canções apresentadas no Dharma Sessions, destacaram-se Dentes Amarelos, Tupamaru e Avenida Maruípe, faixas que personificam o equilíbrio entre a energia visceral do hardcore e a profundidade das mensagens da banda.</p>
<p>Gastão Moreira destacou que o Dead Fish possui “muita moral” na América Latina, algo que Rodrigo recebeu com humildade, reconhecendo o longo caminho para conquistar o público fora do Brasil. Ele reforçou que a banda continuará levando sua música para novos territórios e trabalhando em colaborações com outras bandas.</p>
<p>Mais uma vez, o Dharma Sessions, gravado no Dharma Studios de Rodrigo Oliveira, serviu como palco para a reflexão e celebração da música brasileira. O episódio reafirmou que o Dead Fish é muito mais do que uma banda: é um símbolo de resistência e reinvenção cultural contínua.</p>
<p>Assista ao episódio completo:</p>
<p><iframe width="100%" height="500" src="https://www.youtube.com/embed/7QSaVTbG4XA?si=fsEN9bWR2fKaMd23" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Inocentes celebra mais de quatro décadas de resistência punk no Dharma Sessions.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DhrmStdsAdmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 07:44:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dharma Sessions]]></category>
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					<description><![CDATA[Clemente Nascimento, do Inocentes, revela bastidores de uma das bandas mais longevas do punk brasileiro em conversa histórica. O mais recente episódio do Dharma Sessions, apresentado por Gastão Moreira, recebeu Clemente Nascimento, guitarrista e vocalista da lendária banda Inocentes, para uma conversa que atravessou quatro décadas de punk brasileiro. Gastão, que acompanha a banda desde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Clemente Nascimento, do Inocentes, revela bastidores de uma das bandas mais longevas do punk brasileiro em conversa histórica.</strong></p>
<p>O mais recente episódio do Dharma Sessions, apresentado por Gastão Moreira, recebeu Clemente Nascimento, guitarrista e vocalista da lendária banda Inocentes, para uma conversa que atravessou quatro décadas de punk brasileiro. Gastão, que acompanha a banda desde 1982, conduziu uma entrevista repleta de memórias e reflexões sobre a trajetória de uma das formações mais resistentes do cenário alternativo nacional. O encontro destacou não apenas a longevidade artística do grupo, mas também os desafios de manter viva uma banda de rock alternativo no Brasil. Durante o programa, Clemente compartilhou detalhes sobre projetos paralelos, censura e a preparação para os 40 anos do álbum Pânico em SP, marco histórico que será celebrado em 2026.</p>
<p>Com a formação mais longeva composta por Nonô na bateria, Ronaldo Passos na guitarra e vocais, Anselmo Passos no baixo e Clemente Nascimento na guitarra e vocais, a banda discutiu os períodos de hiato e retomada que marcaram sua história. Clemente revelou sua dedicação múltipla ao cenário alternativo brasileiro. Segundo o músico, tocar em diversas bandas alternativas exige um esforço constante para garantir que sejam ouvidas: “Todas são alternativas, então preciso trabalhar para que pelo menos sejam escutadas”. Essa filosofia de resistência se reflete também em seu novo projeto, o programa Filhos da Pátria, que vai ao ar às quartas-feiras às 22h na Antena Zero.</p>
<p>A conversa mergulhou nos momentos decisivos da discografia da banda, especialmente após o álbum Sob Controle, que antecedeu o lançamento do clássico Antes do Fim. Clemente também comentou sobre o EP Queima e a importância histórica de Pânico em SP, primeiro disco lançado pela Warner em 1986. O músico revelou que outros trabalhos posteriores, como Miséria e Fome, foram lançados por gravadoras independentes devido às limitações impostas pela censura da época. Sobre esse período, Clemente demonstrou seu humor característico: “O censurador na época até que teve razão em censurar três músicas no álbum, já que poderia provocar uma revolta. O cara era super culto! Essa era a ideia!”. Essa reflexão irônica ilustra como a banda sempre encarou a repressão como combustível criativo, transformando obstáculos em declarações artísticas ainda mais potentes.</p>
<p>Durante o episódio, Inocentes apresentou três faixas que sintetizam diferentes fases de sua trajetória: ‘Rotina’, ‘Eu Vou Ouvir Ramones’ e ‘Escombros’. As performances demonstraram a capacidade da banda de manter a energia punk original enquanto incorpora a maturidade de quatro décadas de estrada. As músicas evidenciaram por que Inocentes permanece como uma das principais referências do punk brasileiro, equilibrando agressividade sonora com consciência social e humor inteligente.</p>
<p>Mais uma vez, o Dharma Sessions, gravado no Dharma Studios, de Rodrigo Oliveira, proporcionou um encontro histórico entre gerações do rock brasileiro. Inocentes reafirma sua posição como guardiã da essência punk nacional, mantendo viva a chama da resistência cultural através de décadas de transformações sociais e musicais.</p>
<p>Assista ao episódio completo:</p>
<p><iframe width="100%" height="500" src="https://www.youtube.com/embed/gol_iRg84Xg?si=VyAu7E0Vmu9yyRy0" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>WORST CELEBRA CARREIRA INTERNACIONAL E LANÇAMENTO DO ÁLBUM FLESH NO DHARMA SESSIONS.</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Oct 2025 07:48:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dharma Sessions]]></category>
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					<description><![CDATA[Banda hardcore celebra trajetória com espírito resiliente no cenário musical. O mais recente episódio do Dharma Sessions, apresentado por Gastão Moreira, recebeu Thiago Monstrinho, vocalista da banda WORST, para uma entrevista que celebrou a trajetória da banda. O vocalista trouxe ao programa a força e a intensidade do Hardcore, destacando o mais recente lançamento do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Banda hardcore celebra trajetória com espírito resiliente no cenário musical.</strong></p>
<p>O mais recente episódio do Dharma Sessions, apresentado por Gastão Moreira, recebeu Thiago Monstrinho, vocalista da banda WORST, para uma entrevista que celebrou a trajetória da banda. O vocalista trouxe ao programa a força e a intensidade do Hardcore, destacando o mais recente lançamento do grupo, o álbum Flesh, gravado no Dharma Studios. Além de performances ao vivo, Thiago compartilhou detalhes do processo criativo por trás do álbum e da turnê europeia que promoveu o trabalho. Gastão Moreira, acompanhado de Rodrigo Oliveira, proprietário do Dharma Studios e também amigo de Monstrinho, ressaltou a longa parceria entre o vocalista e o guitarrista César &#8220;Covero&#8221;, um dos destaques da banda. Para Gastão, WORST representa o espírito resiliente do metal: &#8220;É uma banda que transforma dificuldade em combustível criativo&#8221;. O episódio, repleto de energia e reflexões, consolidou WORST como um dos nomes mais relevantes do cenário brasileiro no exterior.</p>
<p>Com um lineup de peso, WORST é formado por Thiago Monstrinho nos vocais, César ‘Covero’ na guitarra, Bruno Santin na bateria e Adriano Kardec no baixo. Durante a conversa, Thiago revelou sua profunda conexão com a música e a banda, que ele define como &#8220;o combustível da vida&#8221;. Monstrinho é o único membro da formação original e contou sobre como iniciou sua carreira aos 10 anos, como baterista. Ele destacou que, ao longo de seis turnês pela Europa — a mais recente promovendo Flesh. Segundo Thiago, isso reflete uma característica mais acessível do mercado europeu para o estilo: &#8220;A estrada é parte da vida da banda, e fazer isso em países onde o metal é tão respeitado é um prazer imenso&#8221;. Ele admitiu que optou por compor os álbuns mais recentes em inglês para dialogar com o mercado global, mas que é mais natural escrever letras em português: &#8220;As expressões fluem melhor em português, mas conseguimos passar o que sentimos em qualquer idioma&#8221;.</p>
<p>Monstrinho também compartilhou os bastidores da composição e gravação de Flesh, que ocorreu de janeiro a maio de 2025. A banda precisava finalizar o álbum antes da data limite de 6 de junho, cumprindo um cronograma intenso devido à turnê europeia, que começaria em Paris.</p>
<p>No episódio, WORST apresentou três faixas ao vivo: ‘Inatingível’, ‘Flesh’ e ‘Vida Não Tem Dó’. As músicas demonstraram a habilidade da banda em equilibrar brutalidade sonora e profundidade lírica, evidenciando porque WORST é uma das principais representantes do metal brasileiro contemporâneo.</p>
<p>Mais uma vez, o Dharma Sessions criou um palco para apresentar a intensidade e criatividade da cena musical brasileira. WORST entrega brutalidade e alma em cada nota, desafiando convenções e espalhando sua mensagem pelo mundo. O episódio reafirma a importância da banda no cenário internacional e é imperdível para fãs do metal.</p>
<p>Assista ao episódio completo: </p>
<p><iframe width="100%" height="500" src="https://www.youtube.com/embed/iB9wSlHY4js?si=9E99vsM97WVFmby9" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe> </p>
<p>Acompanhe as novidades do programa seguindo @kazagastao e @dharma.studios nas redes sociais.</p>
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		<item>
		<title>Papangu leva diversidade sonora nordestina ao Dharma Sessions.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DhrmStdsAdmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 07:39:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dharma Sessions]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma das formações mais inovadoras da música brasileira contemporânea ganha destaque no programa de Gastão Moreira. O mais recente episódio do Dharma Sessions, gravado no estúdio de Rodrigo Oliveira e apresentado por Gastão Moreira, recebeu o coletivo PAPANGU, diretamente de João Pessoa (PB). A conversa com o baixista e vocalista Marco Mayer revelou a filosofia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma das formações mais inovadoras da música brasileira contemporânea ganha destaque no programa de Gastão Moreira.</strong></p>
<p>O mais recente episódio do Dharma Sessions, gravado no estúdio de Rodrigo Oliveira e apresentado por Gastão Moreira, recebeu o coletivo PAPANGU, diretamente de João Pessoa (PB). A conversa com o baixista e vocalista Marco Mayer revelou a filosofia criativa da banda, que rompe convenções tradicionais e aposta em um modelo colaborativo, sem hierarquia de frontman. O apresentador destacou o grupo como &#8220;uma das bandas mais originais dos últimos tempos&#8221;, sublinhando sua capacidade de transcender fronteiras estilísticas e regionais.</p>
<p>A formação atual conta com Hector Ruslan (guitarra/voz), Raí Accioly (voz/guitarra), Pedro Francisco (voz/guitarra/flauta), Rodolfo Salgueiro (voz/teclado), Vitor Alves (bateria/percussão) e o próprio Marco Mayer (baixo/voz). O formato coletivo, com até cinco vocalistas, reflete a proposta de um organismo musical democrático, no qual cada integrante imprime sua personalidade. O resultado é uma fusão que mescla jazz, blues, metal e música nordestina, escapando de classificações convencionais.</p>
<p>Atualmente, o grupo promove Lampião Rei, álbum conceitual que revisita a figura mítica do cangaceiro em arranjos complexos e narrativas instrumentais ousadas. O trabalho consolida a proposta estética do Papangu e insere o coletivo dentro da cena experimental de João Pessoa, onde bandas como Hajem Kunk e Tela Azzu (apelidada de “Mars Volta paraibano”) também exploram caminhos não tradicionais.</p>
<p>Durante a gravação, a banda apresentou versões ao vivo de faixas como “Boi Tatá”, inspirada no folclore brasileiro, “Maracutaia”, marcada por narrativas musicais intricadas, e “Rito do Coração”, que une espiritualidade regional e experimentação instrumental. Marco Mayer ressaltou a diferença em relação às gravações: “Mudamos algo nos discos quando transferimos ao vivo – há muito improviso, tornando o show mais dinâmico”.</p>
<p>A participação reforçou o reconhecimento crítico que o Papangu vem recebendo como representante de uma nova geração da música nacional: artistas que equilibram tradição cultural com linguagens contemporâneas. Para Gastão, trata-se de um exemplo de como a inovação pode expandir sem romper raízes, reafirmando o papel do Dharma Sessions como vitrine para sonoridades transformadoras.</p>
<p><iframe loading="lazy" width="100%" height="500" src="https://www.youtube.com/embed/3VScf1mGftU?si=Mq37tdXDZa8LEszQ" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Supla celebra 40 anos de autenticidade no Dharma Sessions</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 07:32:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ícone do punk rock revisita memórias e apresenta novo álbum em conversa intimista com Gastão Moreira. O mais recente episódio do Dharma Sessions trouxe ao estúdio de Rodrigo Oliveira uma verdadeira lenda do rock brasileiro: Supla. Em uma conversa descontraída e cheia de nostalgia com Gastão Moreira, o cantor celebrou suas quatro décadas de carreira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ícone do punk rock revisita memórias e apresenta novo álbum em conversa intimista com Gastão Moreira.</strong></p>
<p>O mais recente episódio do Dharma Sessions trouxe ao estúdio de Rodrigo Oliveira uma verdadeira lenda do rock brasileiro: Supla. Em uma conversa descontraída e cheia de nostalgia com Gastão Moreira, o cantor celebrou suas quatro décadas de carreira e apresentou seu mais recente projeto musical, acompanhado de sua banda Supla e os Punks de Boutique. Gastão, amigo de longa data do artista, iniciou o bate-papo relembrando como conheceu Supla, destacando um momento único em 1984, quando assistiu a uma luta de boxe do músico, então com apenas 16 ou 17 anos, no torneio Forja dos Campeões. O próprio Supla comentou, com bom humor: “Nem fotos dessa época eu tenho, só algumas de jornal.” O episódio rapidamente ganhou um tom intimista e revelou histórias preciosas das quatro décadas de autenticidade e inovação no caminho do carismático cantor.</p>
<p>Durante a conversa, Supla relembrou o início de sua carreira com o álbum Tokyo, lançado no final dos anos 1980, que marcou o início de uma trajetória repleta de estilo único e atitude rebelde. Ele e Gastão trouxeram à tona momentos memoráveis, além de desafios que consolidaram o espírito punk em sua essência como artista. Atualmente, Supla está divulgando seu novo trabalho, Nada foi Em Vão, que chega como o 20º álbum de sua carreira. Gravado com sua banda Supla e os Punks de Boutique, o projeto reafirma sua relevância no cenário musical e a sua capacidade de se renovar ao longo dos anos. “Continuo fazendo o que amo e sendo fiel ao meu estilo,” enfatizou ele durante o bate-papo.</p>
<p>A banda que acompanha Supla nesta nova fase é formada por músicos talentosos, incluindo Henrique Cabreira na guitarra, Filipe Lima na bateria e Edu Hollywood no baixo. Essa formação traz energia e vigor aos novos trabalhos e às apresentações ao vivo, que continuam a impressionar fãs antigos e novos.</p>
<p>O episódio contou também com performances ao vivo que capturaram toda a essência criativa e energética de Supla e sua banda. Foram tocadas as músicas ‘If You Feel Like Nosferatu’, uma faixa pulsante que preserva os elementos icônicos do punk rock; ‘Livre’, com claras referências ao trio The Ronettes, adicionando um toque retrô; e ‘Você Não Vai Me Quebrar’, quetraz uma mensagem de força e resiliência, refletindo o espírito de Supla. As apresentações destacaram o porquê de Supla permanecer um artista central na cena musical brasileira, unindo carisma, energia única e permanente inovação no trabalho.</p>
<p>A parceria entre Supla e Gastão Moreira, que transcende o entretenimento, ficou evidente durante o episódio. Com mais de 40 anos de amizade, eles foram capazes de entregar uma conversa recheada de histórias íntimas e emotivas, revisitando os bastidores de uma carreira que se construiu com autenticidade e paixão pelo estilo punk. Gastão destacou a capacidade de Supla de equilibrar irreverência e profissionalismo, consolidando-se como um dos artistas mais completos da música nacional.</p>
<p>O Dharma Sessions, mais uma vez, proporcionou um espaço único para trazer à tona a obra e a essência pessoal de um nome icônico como Supla. O episódio se mostra como uma poderosa celebração de sua trajetória e de seu novo trabalho. Assista ao episódio completo em:</p>
<p><iframe loading="lazy" width="100%" height="500" src="https://www.youtube.com/embed/KkvkB57Gr_E?si=WRwRqVB2ROe4DmpN" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Acompanhe as próximas edições do programa seguindo @kazagastao e @dharma.studios nas redes sociais.</p>
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		<title>Hurricanes celebra década de rock autêntico no Dharma no Dharma Sessions</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 07:31:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dharma Sessions]]></category>
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					<description><![CDATA[Grupo gaúcho revela os bastidores de uma trajetória sólida e projetos futuros em conversa intimista com Gastão Moreira. O novo episódio do Dharma Sessions trouxe ao estúdio de Rodrigo Oliveira uma das formações mais consistentes do rock brasileiro contemporâneo. O Hurricanes, vindos diretamente de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, protagonizaram um encontro revelador [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Grupo gaúcho revela os bastidores de uma trajetória sólida e projetos futuros em conversa intimista com Gastão Moreira.</strong></p>
<p>O novo episódio do Dharma Sessions trouxe ao estúdio de Rodrigo Oliveira uma das formações mais consistentes do rock brasileiro contemporâneo. O Hurricanes, vindos diretamente de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, protagonizaram um encontro revelador com Gastão Moreira, onde celebraram uma década de música autêntica e compartilharam visões sobre o futuro da banda.</p>
<p>Leonardo Mayer, guitarrista e um dos membros fundadores ao lado de Rodrigo Morais, conduziu a conversa com a naturalidade de quem carrega dez anos de estrada. “A gente sempre teve essa coisa meio espontânea, crua, sabe? Nossos discos são bem produzidos, mas a essência continua sendo essa energia meio selvagem que agente tinha lá no começo”, explicou Leo, remetendo às influências que moldaram o som da banda desde os primeiros acordes em Santa Maria.</p>
<p>O quarteto original, que flerta constantemente com a possibilidade de se tornar um quinteto através da incorporação definitiva do tecladista Jimmi Papum, encontrou nas referências dos anos 60 e 70 o DNA sonoro que os distingue na cena nacional. “O teclado quase fez a gente virar quinteto de vez. A gente tenta fazer os shows com a banda completa sempre que possível – além do Jimmi, temos a Lucille e a Julia nas backing vocals. Fica uma parada bem cheia, bem rica”, detalhou Mayer sobre a formação expandida que inclui Rodrigo Cezimbra nos vocais, Henrique Cezarino no baixo, Guilherme Morais na bateria, e as backing vocals Lucille Berse e Julia Benfort.</p>
<p>Durante o bate-papo, Gastão destacou o equilíbrio presente tanto no álbum auto-intitulado de estreia quanto em Back to the Basement, o segundo trabalho da banda. Leo revelou um processo criativo peculiar: “A gente sempre utiliza sobras do álbum anterior no disco seguinte. É meio que um ciclo contínuo, uma conversa entre os trabalhos.” Sobre o futuro, o guitarrista demonstrou ambição controlada: “Pro terceiro disco, que tem previsão para 2026, seria legal que um produtor bom de fora assumisse o projeto. A gente quer dar um passo além, sabe?”</p>
<p>A performance que se seguiu confirmou a maturidade artística dos gaúchos. ‘Come to the River’ e ‘Penny in my Pocket’ – primeiro single de Back to the Basement – foram executadas com a precisão de uma banda que encontrou sua identidade sonora sem abrir mão da espontaneidade que a caracteriza. A química entre os membros, forjada ao longo de uma década, traduziu-se em momentos de pura comunhão musical.</p>
<p>“Dez anos é tempo suficiente para você entender o que funciona e o que não funciona. A gente chegou num ponto onde a música flui naturalmente, mas sem perder aquela pegada meio crua que sempre foi nossa marca”, refletiu Leo, sintetizando a filosofia que mantém os Hurricanes relevantes em um cenário musical em constante transformação.</p>
<p>O episódio completo do Dharma Sessions com Hurricanes está disponível em:</p>
<p><iframe loading="lazy" width="100%" height="500" src="https://www.youtube.com/embed/bcWqvJyHy9E?si=lwTDF4c-zZICZ2En" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Com uma década de estrada e dois álbuns que consolidaram sua posição no rock brasileiro, o Hurricanes segue navegando entre a tradição e a inovação, sempre fiéis à energia espontânea que os colocou no mapa musical nacional. O Dharma Sessions, mais uma vez, provou ser o espaço ideal para capturar não apenas a música, mas a essência humana por trás dela.</p>
<p>Para acompanhar os próximos episódios e convidados do projeto, siga @kazagastao e @dharma.studios nas redes sociais.</p>
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		<title>TORTURE SQUAD celebra três décadas de existência em novo episódio do Dharma Sessions</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DhrmStdsAdmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 07:26:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dharma Sessions]]></category>
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					<description><![CDATA[Veteranos do thrash metal brasileiro protagonizam o terceiro episódio com performance devastadora O terceiro episódio do Dharma Sessions trouxe ao estúdio uma das forças mais destrutivas do metal brasileiro: o Torture Squad. Gastão Moreira, apresentador do canal Kazagastão, recebeu os veteranos paulistas para uma conversa que atravessou três décadas de história do thrash metal nacional, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Veteranos do thrash metal brasileiro protagonizam o terceiro episódio com performance devastadora<br />
O terceiro episódio do Dharma Sessions trouxe ao estúdio uma das forças mais destrutivas do metal brasileiro: o Torture Squad. Gastão Moreira, apresentador do canal Kazagastão, recebeu os veteranos paulistas para uma conversa que atravessou três décadas de história do thrash metal nacional, seguida de uma performance que reafirmou por que a banda permanece como uma das vozes mais agressivas e autênticas da cena extrema brasileira.</p>
<p>Com 32 anos de trajetória implacável, o Torture Squad carrega nas baquetas a essência mais pura do thrash metal tupiniquim. Amilcar Christófaro, baterista e um dos pilares fundamentais da formação junto com Castor (baixista), compartilhou as raízes sonoras que moldaram a identidade brutal da banda: “Nosso thrash sempre foi mais agressivo, influenciado por gigantes como Sepultura, Ratos do Porão e Krisiun, especialmente por causa dos blastbeats que incorporamos ao som.”</p>
<p>A conversa revelou a paixão genuína que move esses guerreiros do metal há mais de três décadas. “Foi o heavy metal que me trouxe para o heavy metal”, declarou Amilcar com a simplicidade de quem encontrou suaverdadeira vocação. “Montar uma banda é querer ficar com os amigos e umacoisa leva à outra. Hoje eusei que quero viver da minha música,não me vejo fazendo outra coisa.”</p>
<p>Durante o bate-papo, Amilcar revisitou um momento crucial na história da banda, relembrando com carinho o primeiro convite que receberam de Gastão Moreira paraparticipar do programa “Musikaos“, que na época estava na TV Cultura.“Entramos no lugar do Saxon, que deixou o programa que faria junto ao Angra. Foi a primeira turnê da banda pelo Brasil”, revelou o guitarrista, evidenciando como aquele momento representou um divisor de águas na trajetória do grupo.</p>
<p>Essa memória ilustra perfeitamente a natureza orgânica e colaborativa da cena metal brasileira, onde oportunidades surgem de conexões genuínas e a música transcende barreiras comerciais. O Torture Squad, assim como tantas outras bandas nacionais, construiu sua reputação através da autenticidade e da dedicação incansável ao seu ofício.</p>
<p>Após o bate-papo, o Torture Squad tomou o estúdio do Dharma Studios para uma demonstração visceral de poder sonoro. A banda executou três composições que encapsulam perfeitamente sua essência destrutiva: “Blood Sacrifice“, “Horror and Torture” e “Flukeman“. Cada música funcionou como um manifesto da brutalidade técnica e da intensidade emocional que caracterizam o thrash metal em sua forma mais pura.</p>
<p>A presença do Torture Squad no projeto de Gastão Moreira e Rodrigo Oliveira reafirma a missão do Dharma Sessions de celebrar tanto veteranos quanto novos talentos, criando pontes entre gerações e preservando a memória viva da música brasileira. O estúdio, mais uma vez, serviu como templo onde a história se encontra com o presente, e onde a brutalidade sonora revela sua face mais humana e apaixonada.</p>
<p>Assista ao episódio completo do Dharma Sessions com Torture Squad:</p>
<p><iframe loading="lazy" width="100%" height="500" src="https://www.youtube.com/embed/IV5i5vLAy6w?si=nIZix8gwOga1FQEH" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O Dharma Sessions continua sua jornada como plataforma essencial para a música brasileira, oferecendo aos espectadores acesso privilegiado às histórias, filosofias e performances que definem nossa cena musical. Com a curadoria experiente de Gastão Moreira e a excelência técnica do Dharma Studios, o projeto consolida-se como arquivo vivo da criatividade nacional.</p>
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		<title>BLACK PANTERA agita o Dharma Sessions com apresentação energética</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DhrmStdsAdmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2025 07:13:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dharma Sessions]]></category>
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					<description><![CDATA[Banda mineira protagoniza o segundo episódio do projeto audiovisual conduzido por Gastão Moreira. No segundo episódio do Dharma Sessions, Gastão Moreira, apresentador do canal Kazagastão, recebeu o power trio Black Pantera para uma conversa reveladora seguida de uma performance explosiva. O projeto audiovisual, sediado no Dharma Studios de propriedade do músico e produtor Rodrigo Oliveira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Banda mineira protagoniza o segundo episódio do projeto audiovisual conduzido por Gastão Moreira.</strong></p>
<p>No segundo episódio do Dharma Sessions, Gastão Moreira, apresentador do canal Kazagastão, recebeu o power trio Black Pantera para uma conversa reveladora seguida de uma performance explosiva. O projeto audiovisual, sediado no Dharma Studios de propriedade do músico e produtor Rodrigo Oliveira (Korzus, Ready to Be Hated), continua sua missão de promover encontros significativos entre grandes nomes da música e artistas em ascensão.</p>
<p>Charles Gama, vocalista e guitarrista do Black Pantera, compartilhou detalhes sobre a formação da banda em Uberaba em 2014, quando convidou seu irmão Chaene da Gama (baixo) e Rodrigo “Pancho” Augusto (bateria) para dar vida ao projeto que rapidamente se tornou uma das vozes mais potentes do rock brasileiro. Com uma trajetória marcada por posicionamentos contundentes contra o racismo e a desigualdade social, o trio conquistou reconhecimento nacional e internacional.</p>
<p>“Nossa música sempre foi um instrumento de luta e resistência. Cada show, cada canção é uma oportunidade de trazer à tona discussões necessárias sobre a realidade do povo preto no Brasil e no mundo”, afirmou Charles durante a conversa com Gastão.</p>
<p>O vocalista relembrou os desafios iniciais da banda: “Foi difícil comprar uma pedaleira, uma guitarra, passamos por todos perrengues que você possa imaginar. A gente fez até rifa para poder produzir o nosso primeiro álbum.”</p>
<p>Sobre a identidade musical do grupo, explicou: “Sentimos falta de bandas falando sobre certos temas, a musicalidade, a questão de sermos um power trio, que consegue moldar as músicas em diversos níveis. Montamos o Black Pantera para ser algo que misture tudo que a gente gosta.”</p>
<p>Com orgulho do impacto que têm causado, Charles complementou: “A gente é pose da molecada hoje em dia. Todo dia tem uma mensagem lá legal de pessoas se inspirando na gente. Ficam falando que o rock morreu, porra a gente não tá num Faustão da vida, mas estamos vivos – o underground está vivo! Tem tanta coisa legal acontecendo no underground que você nem consegue acompanhar.”</p>
<p>Após o bate-papo, o Black Pantera tomou o estúdio para uma performance visceral de três músicas: ‘Candeia‘, ‘Seleção Natural‘ e ‘Fudeu‘. A apresentação demonstrou a potência sonora e a mensagem contundente que têm levado o grupo a conquistar espaços importantes na cena musical brasileira e internacional, incluindo o lançamento recente do aclamado álbum Perpétuo (2024).</p>
<p>Assista ao episódio completo do Dharma Sessions com Black Pantera:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/OvGIp05KvE4?si=RVIwjc8FvSa9v2vo" width="100%" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O Dharma Sessions segue consolidando-se como um espaço privilegiado para a música brasileira, combinando a experiência de Gastão Moreira como comunicador e a excelência técnica do Dharma Studios de Rodrigo Oliveira. O projeto oferece aos espectadores uma experiência imersiva no universo dos artistas convidados, com entrevistas aprofundadas e performances exclusivas que capturam a essência de cada banda.</p>
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		<title>Primeiro episódio do Dharma Sessions, com apresentação de GASTÃO MOREIRA, traz VELVET CHAINS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DhrmStdsAdmin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2025 14:52:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dharma Sessions]]></category>
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					<description><![CDATA[No episódio inaugural do Dharma Sessions, Gastão Moreira, que hoje possui o canal Kazagastão, recebeu a banda internacional Velvet Chains para um bate-papo descontraído seguido de uma performance exclusiva. O novo formato audiovisual, sediado no Dharma Studios de propriedade do músico e produtor Rodrigo Oliveira (Korzus, Ready To Be Hated), promete trazer encontros únicos entre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No episódio inaugural do Dharma Sessions, Gastão Moreira, que hoje possui o canal Kazagastão, recebeu a banda internacional Velvet Chains para um bate-papo descontraído seguido de uma performance exclusiva. O novo formato audiovisual, sediado no Dharma Studios de propriedade do músico e produtor Rodrigo Oliveira (Korzus, Ready To Be Hated), promete trazer encontros únicos entre grandes nomes da música e artistas em ascensão.</p>
<p>Nils Goldschmidt, baixista da Velvet Chains, compartilhou detalhes sobre a formação do grupo em Las Vegas e a trajetória meteórica que os levou a dividir palcos com gigantes do rock como Stone Temple Pilots e Slash ft. Myles Kennedy and the Conspirators. Com entusiasmo, Nils relembrou a experiência marcante da banda no Summer Breeze Brasil em 2023, evento que consolidou a conexão do grupo com o público brasileiro.</p>
<p>“Nossa história começou de forma despretensiosa, mas rapidamente ganhamos espaço no cenário do rock atual”, explicou Nils durante a conversa com Gastão. O músico detalhou o início de suacarreira que começou com uma colaboração inusitada de um dos integrantes do Guns N’ Roses, Richard Fortus, na faixa Tattooed que o motivou a seguir na carreira musical.</p>
<p>Após o bate-papo, Velvet Chains tomou o estúdio para uma performance enérgica de três músicas, incluindo seu mais recente single Ghost in the Shell. A apresentação demonstrou a potência sonora que tem conquistado fãs ao redor do mundo e justificou o rápido crescimento da banda no circuito internacional de rock.</p>
<p>Assista ao episódio completo do Dharma Sessions com Velvet Chains:</p>
<p><iframe loading="lazy" width="100%" height="500" src="https://www.youtube.com/embed/Nm6AdTaBuko?si=dWP6HvYvP5xBzIC_" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Além das performances musicais, o Dharma Sessions promete trazer aos espectadores uma experiência imersiva no universo dos artistas convidados, com entrevistas aprofundadas, bastidores de gravações e momentos exclusivos. O projeto representa a união da experiência de Gastão Moreira como comunicador e a excelência técnica do Dharma Studios de Rodrigo Oliveira, criando um novo espaço para a música brasileira e internacional.</p>
<p>Para mais informações sobre os próximos episódios e convidados do Dharma Sessions, acompanhe as redes sociais oficiais @kazagastao e @dharma.studios.</p>
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